“Sempre desprezei as coisas mornas,
as coisas que não provocam ódio nem paixão,
as coisas definidas como mais ou menos,
um filme mais ou menos, um livro mais ou menos.
Tudo perda de tempo.
Viver tem que ser perturbador,
é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados,
e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo.
O [...]
Posts com Tag ‘inquieto’
Viver tem que ser pertubador
Publicado em Boas frases & Bons textos, etiquetado inquieto, liberdade, loucura, Martha Medeiros, poesia, reflexão em Junho 22, 2009 | 3 Comentários »
Noite: amiga e vilã
Publicado em Meus textos, etiquetado carlos andré, confusão, inquieto, misterio, noite, pensamentos, poesia, reflexão em Maio 30, 2009 | Deixar um comentário »
A noite é minha melhor amiga, e minha maior vilã.
Nela trabalho, leio, estudo, pesquiso, escrevo e poetizo.
Mas também é nela que meus medos se tornam monstros,
meu espírito se torna frágil, minha alma vaga solitária
e meus pensamentos me traem na busca do inexistente.
Obs: Achei esse pequeno texto que havia escrito no dia 15 de março de [...]
Somos assim, feitos a duas mãos…
Publicado em Meus textos, etiquetado amor, amor eterno, caminhos, felicidade, inquieto, misterio, pensamentos, perda, sonhos em Maio 23, 2009 | Deixar um comentário »
Eu quero uma casa no campo… onde eu…
Eu quero uma casa no campo, bem distante, no alto de uma serra, onde eu possa estar bem perto da lua quando escurecer, e mais próximo do sol ao amanhecer.
E quando anoitecer, lá perto da estrela, entenderei o cheiro da rosa, beberei o vento, sentirei o brilho da [...]
Lúdico, permanente, inquieto
Publicado em Meus textos, etiquetado dúvida, inconstancia, inquieto, permanente, vida em Janeiro 24, 2009 | 4 Comentários »
Eu sou lúcido na minha loucura, permanente na minha inconstância, inquieto na minha comodidade. Pinto a realidade com alguns sonhos, e transformo alguns sonhos em cenas reais.
Choro com facilidade lágrimas de rir e de emoção, e quando choro pra valer, tantas vezes, não derramo uma lágrima.
Amo mais do que posso e, por medo, sempre menos [...]

